Principais pontos
Segundo o Livecoins, a Tether possui fundos presos no EQIBank, alvo de confisco pelos EUA, e cobra R$ 1,6 bilhão do Banco Master no Brasil.

Conforme reportado pelo Livecoins, a Tether enfrentou novos problemas relacionados a serviços de terceiros em um banco onde mantinha fundos ligados, o EQIBank. A fintech Capstone, intermediária do banco e sediada na República Dominicana, foi alvo de uma apreensão de US$ 89 milhões pelo Governo dos Estados Unidos, que acusa a empresa de operar dinheiro ilegal. A situação pode levar o EQIBank a um risco de liquidação, com investigações de mercado e fundos congelados.
Um porta-voz da Tether declarou ao portal Coindesk que menos de 1% da emissora da stablecoin USDT está ligado ao EQIBank, minimizando o impacto. Contudo, o mercado estima em US$ 64 milhões a participação da emissora na empresa. Documentos judiciais apontam valores confiscados em contas do Wells Fargo e carteiras USDT ligadas à Capstone. O EQIBank pede a devolução de US$ 89 milhões, enquanto documentos citam US$ 79 milhões apreendidos. Com isso, 80% do patrimônio da empresa ligada à Tether permanece sob o controle do governo norte-americano sem prazo para liberação.
Além do caso com o EQIBank, a Tether processa no Brasil o Banco Master de Daniel Vorcaro para reaver R$ 1,6 bilhão, conforme noticiado pelo Livecoins.
Nota sobre fontes e checagem
https://livecoins.com.br/cobrando-r-16-bilhao-do-banco-master-tether-tem-fundos-presos-em-outro-banco-alvo-de-confisco-pelos-eua/

